Pense numa escritora que vende muito livro. Pensou? Isso mesmo, o nome dela é Roseana Murray. A poderosa escritora que é um verdadeiro orgulho editorial brasileiro.
Toda uma geração cresceu lendo esta mulher que faz da literatura infantil algo muito mais do que só "literatura", ela consegue ter acesso a esses grupos com grande qualidade e abordagem única, através de uma obra rica em metáforas.
Não é à toa que seu público cresce e nunca para de lê-la.
Seus livros acompanham a evolução de seus leitores, de maneira que ela, hoje, não é apenas uma poeta de criança, mas todos nós, inclusive nosso lado criança.

Vem aí o FesTSolos V - datas: 16, 17, 22, 23 e 24 de junho, faça parte desta grande festa do teatro de Cabo Frio - 2018. * Filie-se ao SATED converse com Jiddu Saldanha, atualmente, representante do Sindicato dos Artistas em Cabo Frio, São Pedro da Aldeia e Búzios. Whatzaap (22) - 9 9612 2210 - Fixo (22) 26483763 jidduks@hotmail.com
quinta-feira, 28 de novembro de 2019
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
��OFICENA CURSO DE TEATRO (Depoimento dos próprios estudantes) #teatro #a...
De tudo que já realizei na vida, o OFICENA foi um dos projetos mais ousados, graças à ousadia de pessoas como José Facury Heluy Italo Luiz Moreira e Yuri Vasconcellos, pude mergulhar num trabalho onde coloquei em prática toda a minha formação pedagógica que envolve uma formação completa na ONG Criada pelo grande mestre educador Paulo Freire (CECIP), onde fiz um curso chamado Facilitador de Mudanças Educacionais!
O OFICENA foi um projeto incrível, que envolveu, de 2013 a 2018 toda uma ecologia da juventude de Cabo Frio, de todas as classes sociais. O resultado, foi um trabalho de grande habilidade política, onde conseguimos nos unir num projeto que colocou uma geração em Diversas Universidades espalhadas pelo Brasil.
Este é o primeiro vídeo, de uma série, que pretendo publicar, envolvendo o OFICENA sob o ponto de vista dos próprios estudantes.
Sou muito grato à cidade de Cabo Frio, por ter me dado esta oportunidade. Sei o quanto foi difícil para colegas de oficio, garantir o espaço político para que eu pudesse trabalhar em paz, dentro de algo que eu acredito e que é uma forma interessante de passar o conhecimento do teatro.
Durante o curso, trocamos a maneira tradicional e europeia de ensinar teatro, valorizando as danças indígenas, africanas e orientais. Além de uma prática de escrita livre e construção de ecologia artística para que os estudantes pudessem exercitar o teatro como OFÍCIO!
Foi fácil? Não...
Foi difícil? Eu diria que foi desafiante...
Fiz isso sozinho? Jamais, nunca... trabalhamos em equipe inclusive com cobertura dos alunos e seus familiares durante os períodos mais difíceis!
Cabo Frio não me deve nada, senão a alegria de colocar nesse projeto, pessoas que estão acima da sanha por poder e que buscam, de verdade, o cuidado e a formação de jovens para o teatro e para as artes! (Jidduks)
O OFICENA foi um projeto incrível, que envolveu, de 2013 a 2018 toda uma ecologia da juventude de Cabo Frio, de todas as classes sociais. O resultado, foi um trabalho de grande habilidade política, onde conseguimos nos unir num projeto que colocou uma geração em Diversas Universidades espalhadas pelo Brasil.
Este é o primeiro vídeo, de uma série, que pretendo publicar, envolvendo o OFICENA sob o ponto de vista dos próprios estudantes.
Sou muito grato à cidade de Cabo Frio, por ter me dado esta oportunidade. Sei o quanto foi difícil para colegas de oficio, garantir o espaço político para que eu pudesse trabalhar em paz, dentro de algo que eu acredito e que é uma forma interessante de passar o conhecimento do teatro.
Durante o curso, trocamos a maneira tradicional e europeia de ensinar teatro, valorizando as danças indígenas, africanas e orientais. Além de uma prática de escrita livre e construção de ecologia artística para que os estudantes pudessem exercitar o teatro como OFÍCIO!
Foi fácil? Não...
Foi difícil? Eu diria que foi desafiante...
Fiz isso sozinho? Jamais, nunca... trabalhamos em equipe inclusive com cobertura dos alunos e seus familiares durante os períodos mais difíceis!
Cabo Frio não me deve nada, senão a alegria de colocar nesse projeto, pessoas que estão acima da sanha por poder e que buscam, de verdade, o cuidado e a formação de jovens para o teatro e para as artes! (Jidduks)
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
FesTSolos V - Investe em roda de bate papo com ousadia.
RODA DE
BATE PAPO
TEMA - Diversidade,
Arte e Cultura
Reflexão sobre a diversidade no fazer
artístico de nossa sociedade
É com prazer que a equipe do FesTSolos convida-os a participar da
mesa de bate papo e somar com os pensares necessários para que possamos, todos,
seguir na busca de reflexão sobre artes e possibilidades outras. Desde já
agradecemos.
SOBRE O
DEBATE
A diversidade não é
uma “palavra da moda”, é um AXIOMA ( substantivo masculino - FILOSOFIA - premissa
considerada necessariamente evidente e verdadeira, fundamento de uma
demonstração, porém ela mesma indemonstrável, originada, segundo a tradição
racionalista, de princípios inatos da consciência ou, segundo os empiristas, de
generalizações da observação empírica [O princípio aristotélico da contradição
("nada pode ser e não ser simultaneamente") foi considerado desde a
Antiguidade um axioma fundamental da filosofia.
Dito isso, queremos conversar sobre um tema
que precisamos ficar sempre atentos, sobretudo nos dias atuais em que, direitos
estão sendo cassados de forma aleatória, mas não sem a intenção. Pensar este
tema, no universo da arte é o que nos faz respirar e conspirar juntos.
05 de agosto, (domingo), às 17:00, no Teatro
Usina4.
Rua Geraldo de Abreu, nº4 JDIM Excelsior.
CONVIDADOS
Rodrigo
Cintra – mediador.
Rodrigo Cintra é fundador e curador do
cineclube ConheCinema, já tendo ministrado o curso de audiovisual na
Universidade Veiga de Almeida em parceria com a Secretaria de Educação de Cabo
Frio em 2018. Cintra estuda Comunicação Social, com foco em jornalismo e
cinema.
Celso
Guimarães Júnior
Professor de Biologia, natural de Cabo Frio,
conheceu o teatro enquanto fazia a faculdade em 2014, através do Curso Livre de
Teatro de Cabo Frio "OFICENA". Tem como Ítalo L. Moreira, Jiddu
Saldanha e Yuri Vasconcelos. No curso
estudou, dirigiu, produziu e interpretou espetáculos, dentre eles os Clássicos
"O Auto da Compadecida" e "O Inspetor Geral". Participou do
grupo de teatro TCC "Teatro Cabofriense de Comédia", onde participou de espectáculos como a
montagem de "Piquenique no Front" e "Balaco de Baco". Pôde
participar de eventos artísticos como TCCEXTA,
Cinemosquito e o maravilhoso Festsolos até o início de 2018. Atualmente
o ator aluno, é universitário de
Estética e Teoria do Teatro na Unirio e participa das montagens de três
espetáculos no Estado do RJ, almeja um dia contribuir de forma reflexiva na
construção de uma sociedade mais justa através Arte.
Cinthia
Gil
Publicitária e sócia diretora da CUPULLA - Coletivo em
Comunicação, Arte e Cultura
Daniel
Arm
Daniel Arm é músico, compositor, artista
plástico, ator e estudante de filosofia na Universidade Federal Fluminense em
Niterói.
Começou sua carreira na cidade de Cabo frio,
ainda cedo
na música e na pintura, por influência do
pai, construí suas primeiras relações com os sons e as cores.
No curso Livre de teatro da cidade( Oficena)
descobre o teatro e o pensar sobre o fazer teatral e a vida, onde encontra
extensão e aprofundamento na filosofia.
Matheus
D’Castro
Matheus D'Castro, jovem de 23 anos que leva
pra sua vida o ofício de ator/diretor/autor e produtor, vem se realizando como
artista.
Estudante de teatro desde os 10 anos de
idade, o jovem artista carioca dirigi atualmente a CIA TEATRAL ENTRE NÓS.
Sarah
Wagner
Sara Wagner Pimenta Gonçalves Júnior,
graduada em Letras - Inglês (Licenciatura / UNESA) e Pedagogia (Licenciatura /
UERJ ). Especialista em Gestão Pública na Cultura (UFRRJ) e Escola de Tempo
Integral (UFGo). Enquanto ativista LGBTQI+, trabalhou junto a ONG Britânica
Sahir House no Reino Unido, em ações de inclusão de refugiados vindos do
Oriente Médio e África. Mestranda em Educação - ProPEd - CAPES 7 pelo Geni -
Grupo de Estudos em Gênero, Sexualidade e(m) Interseccionalidades na Educação
e(m) Saúde, cujo a linha de pesquisa é norteada pelo Prof.Dr. Fernando A.
Pocahy. Pesquisadora (em Linguagens) em Políticas Públicas e Cultura em
Direitos Humanos, pelo NEPP-DH/ UFRJ, sob orientação do Prof.Dr. Sérgio Luiz
Baptista da Silva. Premiada com a Medalha ALUMNI da Universidade Estácio de Sá
(2017) pelos trabalhos científicos desenvolvidos junto a comunidade.
Tamires
Borges
Escritora Amadora e Licenciada Plena em
História. Atualmente, estuda temáticas ligadas ao Brasil Contemporâneo.
Autora do site que tem seu nome, onde escreve
crônicas, artigos de opinião e atualidades, fala de livros e faz ainda
entrevistas com público local (moradores ou não), falando sobre diversos temas
que apóia e acredita.
Já participou como autora do site Obvious
Magazine – Plataforma Online de Escrita Colaborativa em Língua Portuguesa e
escreve hoje para a Revista Expresso da Qualidade, que circula no ramo do
transporte.
É dramaturga, autora de peças como "Todo
o Silêncio tem um nome", "Pequena Notável" e "O menino de
alma preta".
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Macunaíma: Em busca do Brasil perdido.
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Marcos Souza, Rafaela Solano e Rodrigo Rodrigues cena da peça "Macunaíma" - Foto: Jidduks |
A peça "Macunaíma", dirigida e adaptada por José Facury, com consultoria de Geraldo Chacon a partir da obra de Mário de Andrade, teve sua pré-estréia no USIN4, dia 12 de Maio, às 21h. Um dia antes da abolição e, portanto, momento simbólico para discutir um Brasil que agoniza na solidão e na melancolia.
Tanto a obra de Mario de Andrade quanto a forma como o espetáculo foi conduzido, passa, de forma clara, uma sensação de que Macunaíma é um autêntico D. Quixote, lutando contra os moinhos de ventos da vida. Na platéia, o mais pleno silêncio, ainda que um ligeiro humor e até, por vezes, gargalhadas. Mas a peça disse a que veio, discutindo, de forma ácida, cômica, dramática e lúdica a questão da identidade brasileira.
O elenco foi um feliz encontro entre Rodrigo Rodrigues e Rafaela Solano, artistas já veteranos, da cidade, irmanados com a energia pulsante e criativa do ator Marcos Souza, da nova geração, que forjou seu conhecimento teatral nas escolas locais. Marcos é aluno do OFICENA - Curso Livre de Teatro do Teatro Municipal de Cabo Frio e fez também a escola Marcelo Pires, onde se dedicou ao audiovisual e à interpretação para as câmeras.
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Desenho de Yuri Vasconcelos durante a pré-estreia de "Macunaíma" - Acervo: Jidduks |
O elenco não podia ser melhor escolhido, todos artistas de grande verve na arte da atuação, combatendo no palco para contar uma história que, até um certo ponto, é bastante complexa, já que, segundo a crítica, Macunaíma seria a tentativa de ir em busca das origens de um Brasil mais real, face a uma sociedade que se transforma e se acomoda nos "desvalores" da baixa autoestima de uma nação.
O trabalho de adereçagem, figurinos e cenografia, levam uma assinatura de peso. Tânea Arrabal e José Facury, trazendo para o palco, a síntese criativa desses dois artistas, que se dedicam ao teatro ha mais de 40 anos. A ideia de um cenário orgânico que se transforma em rede, floresta e até a grande São Paulo, funciona muito bem e faz o público viajar de um lugar a outro na velocidade do google.
A peça teve uma estréia justa e tudo fluiu. Atores nervosos, porém, focados em dar seu melhor. Equilíbrio e respiração para ajustar o corpo a um espaço cênico pequeno, mas acolhedor, foi o mote da noite de pré-estréia.
Acredito que "Macunaima" vai crescer muito ao longo da temporada, que já está agendada para Rio das Ostras, num grande teatro e com temporada confirmada para Cabo Frio, no espaço USIN4 onde irá continuar por um mês e depois ganhar novos palcos pelo Brasil a fora.
(Jidduks)
sábado, 12 de maio de 2018
O Blá Blá Blá de Mírian Panzer
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Mirian Panzer - Domínio absoluto das técnicas de atuação em "O Blá Blá Blá"! |
Ontem o teatro municipal de Cabo Frio, sorriu ao ver no palco uma de suas filhas mais ilustres. Isto mesmo, Mirian Panzer viveu sua primeira faze artística, em Cabo Frio onde sente maior orgulho em declarar sua relação de aprendizado e crescimento com o saudoso Frederico Araújo e o encenador Ítalo Luiz Moreira. Foi daqui que ela voou pro mundo. Hoje, com um belo espetáculo em seu repertório , "O Blá Blá Blá" de Alberto Soares, com direção de Sisneiros, ela segue construindo uma carreira sólida e determinada, como só os grandes artistas o conseguem.
No palco, ela dominou completamente as partituras corporais, fazendo uma cena com total sintonia à proposta da direção. Cada detalhe de sua movimentação tinha o encaixe perfeito e quem viu o espetáculo ontem, certamente, vai ficar com aquela imagem martelando em sua cabeça, uma triangulação pelo palco que começa com a participação da platéia. Mírian, habilidosamente, consegue com poucas palavras convencer o público a montar seu cenário, uma intervenção performática que dá um charme especial ao trabalho.
Outra coisa que é bom atentar é a respiração e e dicção para a emissão da voz. Numa peça com muito texto, chegar ao nível de vocalização que ela conseguiu, não é fácil. Uma atriz para atingir este grau de emissão precisa treinar muito o que vale dizer que, sem sombra de dúvida, "O Blá Blá Blá" é, antes de tudo, um espetáculo bem ensaiado e coloca Mírian no nível das grandes atrizes, sem sobra de dúvida.
Como disse Sisneiros, no ligeiro bate papo que teve com a platéia, o espetáculo foi criado com extrema complexidade mas pra fazer tudo parecer simples e, obviamente, quem conhece teatro sabe que nada foi simples. Cada gesto, cada movimentação e cada posicionamento na luz, exigia uma intrincada sequência e que, nós, com alegria, conferimos nesta deliciosa comédia dramática.
Aplaudida de pé, por um platéia composta em sua maioria, por alunos do OFICENA - Curso Livre de Teatro do Teatro Municipal, Míriam deixou claro que fazer teatro e um exercício meticuloso de dedicação, amor e perseverança. Ao final, sentimos claramente que este espetáculo, que tem apenas um ano de vida, ainda vai dar muitas alegrias nos grandes palcos brasileiros.
Evoé, Mírian Panzer.
(Jidduks)
segunda-feira, 16 de abril de 2018
O Riso Santo de cada dia.
A Oficina da Cidade de Palhaços, "Descubra o seu Palhaço" foi uma lição de vida e ternura. Jovens focados em construir um universo de riso santo e muito amor, foi esta a impressão que ficou. Foram momentos de muita gargalhada e pesquisa, descoberta de muita arte e esplendor e cada estudante da oficina, foi embora, com uma flor pregada no coração. Uma flor plena de perfume, o perfume da vida e repleto de humanidade.
Durante a oficina, cada palhaço recebe um nome e cada nome, grava um silêncio e depois ecoa na alma do universo. Foi assim que, o dia 14 e 15 de abril de 2018, se instalou como memória e lembrança para cada uma das 9 pessoas que fizeram a oficina. Agora, o tempo será senhor desta flor que será cultivada na alma e no coração de cada uma daquelas pessoas. A nós, resta apenas a lembrança de que a vida vale a pena, pelo que ela nos apresenta de desafios e possibilidades.
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Henrique de Bragança - Foto: Jidduks |
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Lorena Martins - Foto: Jidduks |
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Ilana Agnes - Foto: Jidduks |
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Yaila Rosa - Foto: Jidduks |
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Crisleide Mallet - Foto: Jidduks |
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Sollano Gomes - Foto: Jidduks |
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Schirlley Maia - Foto: Jidduks |
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Mario Sales - Foto: Jidduks |
segunda-feira, 26 de março de 2018
Segundo festival de Esquetes do SATED, em Araruama.
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Teatro Municipal de Araruama - Reinaugurado em 2017. |
Um momento muito especial da vida artística, para quem curte fazer e ver teatro, vai acontecer, amanhã, no Teatro Municipal de Araruama. Mais um belo encontro dos que fazem arte, dos que promovem e dos que curtem assistir. O primeiro festival do SATED, aconteceu ano passado (2017) no Teatro Municipal Átila Costa, e São Pedro da Aldeia e, agora, em Araruama, promete ser um grande festival, com grandes possibilidades, cada vez mais, de crescimento futuro.
É muito importante para nós, este tipo de festival, porque agrega artistas locais e faz o teatro acontecer nas grandes casas de espetáculo da Região. Fundamental a presença do SATED neste tipo de abordagem, porque ajuda a construir o caminho que todos sonham, de fazer arte, apenas, cada qual com sua paixão e todos juntos, pela união da classe artística que, como sempre, se doa para a sociedade, muitas das vezes, sendo discriminada.
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No Teatro Municipal de Araruama - Graciliano Torres Quintanilha. |
São nestes festivais que os jovens se empoderam, descobrem a aprofundam talentos e acabam desenvolvendo a capacidade, cada vez maior, de seguir enfrente com suas descobertas, ajudando a construir uma ecologia artística local, cada vez mais forte.
SERVIÇO:
Segundo Festival de Esquetes do SATED - 2018
Local: Teatro Municipal de Araruama.
Data: 27.03.2018
Hora: 19h.
Endreço: Parque Hotel Araruama - RJ
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